terça-feira, novembro 15, 2005

Navego num mar desconhecido onde tudo me é inatingível. Sou pequena e insegura e tu és o que ainda não sei. Mesmo assim, remo na tua direcção, só que o vento não o quer... mesmo que para mim só um sopro reste, a ti chegarei... ou não, isso já não sei. Apesar da incerteza, de ti tenho tudo, ou nada. Mas eu sempre tive tão pouco!
Somos gaivotas e voamos sempre que as asas trocamos e ao fim do horizonte, sempre que o nosso amor se encontre, uma festa podemos celebrar. Como é bom sonhar!

11.01.00